O mercado financeiro e, principalmente, a Bolsa de Valores são repletos de jargões e formados por um “dialeto” que muitas vezes só é entendido por aqueles que já fazem parte do mundo financeiro há muito tempo.

Mas para os investidores que querem começar na Bolsa, como entender um dos investimentos mais tradicionais do mercado mundial e tentar abocanhar uma parcela maior de rendimento?

Fizemos um glossário especial do mundo de ações para você começar a investir e perder o medo quando escutar qualquer uma dessas palavras! Confira abaixo.

Ações:
É a menor parte negociada de uma empresa. Ao comprar uma ação, você adquire uma fatia da empresa e torna-se sócio dela. Os direitos e deveres como sócio irão depender da quantidade de ações que o investidor detiver em carteira. Há dois tipos de ações: ordinárias e preferenciais.

A ação ordinária dá direito a voto ao investidor nas assembleias da empresa. Já ação preferencial da prioridade ao investidor no recebimento de dividendos, e outras formas de distribuição de lucros.

Perfil de investidor:
Podemos dividir o perfil de investidor em dois grupos distintos: conservadores e arrojados. O conservador prefere um investimento onde o ganho seja mais previsível, mesmo que isto implique numa possibilidade de ganho limitada. Em contrapartida, o investidor arrojado entende que o investimento dele é menos previsível com relação ao retorno, mas ele busca um ganho maior do que em uma aplicação de renda fixa tradicional.

CVM:
A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) tem como funções disciplinar, normalizar e fiscalizar a atuação de integrantes e participantes do mercado financeiro. Assim como o Banco Central, tem como função fiscalizar o sistema financeiro, além de proteger os titulares de valores mobiliários contra atos ilegais.

B3:
Antes conhecida como Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo, a B3 é a bolsa de valores do Brasil. Responsável pelo sistema de negociação, liquidação e custódia de títulos financeiros como ações, opções e derivativos.

Ibovespa:
Criado em 1968, é um índice que tem como objetivo ser o principal referencial de desempenho do mercado brasileiro. O índice é formado pelas principais e mais negociadas empresas brasileiras de capital aberto.

BrX-100:
Índice composto pelas 100 ações com maior negociação e representatividade no mercado de ações do Brasil.

Benchmark:
Trata-se da referência de mercado que um fundo busca usar como base e ponto de referência para seus resultados. Pode ser usado um indicador de renda fixa, como o CDI, ou um indicador de renda variável, como um índice. Quando o fundo é passivo, ele busca resultado que acompanhe o benchmark. Quando o fundo é ativo, o objetivo é superar o indicador de referência.

HomeBroker:
Plataforma digital onde se vende e compra ativos do mercado de renda variável como ações, opções e moeda.